Apagão em São Paulo atingiu 4,4 milhões de clientes, admite Enel após revisão dos dados
Distribuidora reconhece que impacto foi mais que o dobro do divulgado inicialmente e envia números auditados à ANEEL.
Operação revela uso de empresas fictícias e contratos simulados para aplicar fraudes financeiras no setor.
A Polícia Federal realizou uma nova fase de uma operação voltada ao combate de fraudes financeiras associadas a supostos investimentos em energia solar. A investigação aponta a atuação de uma organização criminosa que utilizava o tema da geração fotovoltaica para atrair vítimas e movimentar recursos de origem ilícita.
De acordo com as apurações, o grupo estruturava empresas de fachada e firmava contratos fictícios para dar aparência legal ao dinheiro obtido com os golpes. Parte dos valores era reinserida no mercado por meio da compra e revenda de bens de alto valor, estratégia comum em esquemas de lavagem de dinheiro.
A investigação avançou com prisões, buscas e bloqueio de patrimônios em diferentes estados, além da apreensão de dispositivos eletrônicos que devem aprofundar a identificação dos envolvidos. Autoridades apontam que profissionais ligados às áreas jurídica e empresarial participavam da engrenagem financeira do esquema.
O modelo fraudulento se baseava na oferta de rendimentos mensais elevados e incompatíveis com a realidade do setor solar, por meio da suposta comercialização de cotas de usinas fotovoltaicas. Segundo a Polícia Federal, a empresa responsável não possuía operação real no segmento nem autorização regulatória, e milhares de pessoas podem ter sido prejudicadas em todo o país.
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