Fiscalizações contra painéis solares com potência irregular devem ganhar força no Brasil em 2026
Órgão responsável por controle de qualidade prepara nova fase de inspeções para identificar módulos solares com desempenho abaixo do informado
Sanções atingem distribuidora, termelétrica e PCH por irregularidades administrativas e baixo desempenho.
Penalidades que totalizam R$ 8,59 milhões foram mantidas no setor elétrico brasileiro após a rejeição de recursos apresentados por empresas autuadas por irregularidades administrativas, atrasos em obras e falhas operacionais.
A decisão foi confirmada pela diretoria colegiada da ANEEL.
A Amazonas Energia foi multada em R$ 2,23 milhões por transferir recursos à Oliveira Energia sem autorização prévia da agência reguladora. A Oliveira Energia assumiu o controle da distribuidora em 2018, durante o processo de privatização.
A usina termelétrica Suape II, localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Cabo de Santo Agostinho, recebeu multa de R$ 4,92 milhões por falhas na gestão, manutenção e operação, que resultaram em baixo desempenho operacional. A penalidade foi aplicada inicialmente pela ARPE e posteriormente confirmada pela ANEEL.
Já a São Carlos Energia S/A foi penalizada em R$ 1,43 milhão pelo atraso no cronograma de implantação da PCH São Carlos, situada em Lacerdópolis.
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