Fiscalizações contra painéis solares com potência irregular devem ganhar força no Brasil em 2026
Órgão responsável por controle de qualidade prepara nova fase de inspeções para identificar módulos solares com desempenho abaixo do informado
Suspeito é preso após roubo de cabos e inversores; especialistas indicam medidas de segurança para proteger usinas fotovoltaicas.
Um furto em uma usina solar no município de Dourados (MS) causou prejuízo estimado de R$ 250 mil. O crime ocorreu na madrugada de 8 de janeiro e resultou na prisão de um homem suspeito de envolvimento na ação.
Câmeras de segurança instaladas no local registraram o furto, auxiliando a Polícia Civil na investigação. Segundo a corporação, os criminosos pularam o alambrado da propriedade e levaram cabos elétricos e dois inversores fotovoltaicos.
Casos como esse têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil, já que os equipamentos das usinas possuem alto valor de mercado. A vulnerabilidade é ainda maior durante a fase de construção, quando cercamentos, monitoramento eletrônico e vigilância permanente podem não estar totalmente operacionais.
Yanael Medeiros, engenheira de energia da CS Consultoria, explica que os cabos CA, contendo cobre puro, são alvos frequentes de furto devido ao seu maior valor comercial, enquanto os cabos CC, feitos de cobre estanhado, têm menor valor de revenda.
Para proteger a usina contra furtos, a profissional recomenda vigilância constante, especialmente durante a construção, com seguranças fazendo rondas no perímetro. Medidas tecnológicas, como sistemas de alto-falantes, sensores de presença, CFTV e até radares ou detecção perimetral, podem reduzir o risco de prejuízos e permitir respostas rápidas em caso de invasão.
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