Conta de luz contribui para mais de um quinto da inadimplência no Brasil
Serviços essenciais, como energia elétrica, representam 22,1% das dívidas em atraso, evidenciando a necessidade de soluções para reduzir custos.
Financiamento impulsiona a adoção da geração solar entre consumidores de renda média e popular.
A geração solar distribuída no Brasil passa por uma mudança clara de perfil. Levantamentos recentes mostram que consumidores da classe C já concentram a maior parte dos pedidos de financiamento para instalação de sistemas fotovoltaicos, indicando que a tecnologia deixou de ser restrita a famílias de alta renda.
Quando consideradas em conjunto, as classes C e D respondem por mais da metade da demanda por crédito voltado à energia solar. O dado reforça a percepção de que o crescimento do setor está cada vez mais associado ao acesso a financiamento, e não apenas à capacidade de investimento próprio.
Esse movimento sinaliza uma etapa de popularização semelhante à observada em outras tecnologias que começaram como produtos caros e, com o tempo, se tornaram acessíveis à maior parte da população. No caso da solar distribuída, o crédito tem sido o principal vetor dessa transformação.
O avanço ocorre em meio a debates regulatórios sobre estrutura tarifária e repartição de custos no setor elétrico. Enquanto parte dos agentes defende maior atenção aos impactos sobre consumidores que ainda não possuem sistemas solares, dados recentes indicam que o acesso à tecnologia vem se expandindo de forma mais ampla, alcançando gradualmente a base da pirâmide social.
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