Tarifa Branca transforma consumidor em peça-chave da energia
Novo modelo tarifário e geração distribuída colocam o consumidor no centro da gestão energética.
Mudança na política de exportação da China pode encarecer projetos solares em um continente que depende fortemente de equipamentos importados.
A decisão da China de reduzir os incentivos fiscais sobre a exportação de painéis solares e de encerrar gradualmente os benefícios ligados à fabricação de sistemas de armazenamento deve elevar o custo de projetos de energia solar na África.
O continente depende em grande parte de equipamentos chineses importados, o que faz com que qualquer alteração na política industrial da China tenha impacto direto sobre os preços finais das instalações. Mesmo assim, especialistas avaliam que a elevação de custos deve ser administrável, ainda que represente um desafio adicional para a expansão da geração renovável.
Na prática, a África já enfrenta despesas mais altas do que outras regiões para implantar projetos solares, por causa de frete, logística, menores volumes importados e tarifas alfandegárias. Com a retirada dos benefícios, esse custo tende a subir ainda mais.
A mudança chinesa ocorre após anos de forte concorrência entre fabricantes locais, que derrubou os preços dos módulos solares para níveis muito baixos. Esse movimento ajudou a acelerar a adoção global da energia solar, mas também pressionou margens e trouxe prejuízos para parte da indústria.
Para analistas do setor, o aumento nos preços pode exigir maior apoio financeiro e ajustes nos modelos de investimento para que países africanos consigam seguir ampliando sua matriz renovável. A tendência é que o mercado precise buscar alternativas para manter o ritmo de expansão diante de um cenário internacional mais caro.
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