Tarifa Branca transforma consumidor em peça-chave da energia
Novo modelo tarifário e geração distribuída colocam o consumidor no centro da gestão energética.
Mudança na política de exportação chinesa tende a elevar custos internacionais e já preocupa mercados dependentes de importação, como o brasileiro.
Entrou em vigor nesta terça-feira o fim do incentivo fiscal chinês para a exportação de módulos fotovoltaicos e, em parte, das baterias, medida que deve pressionar os preços dos equipamentos no mercado internacional.
Até agora, determinados produtos da cadeia solar contavam com devolução parcial do imposto sobre valor agregado, o que ajudava fabricantes chineses a reduzir o preço final nas vendas externas. Com a mudança, esse alívio tributário deixa de existir para os módulos, enquanto as baterias passam por uma transição até a eliminação total do benefício em 2027.
A expectativa é que o custo adicional seja incorporado aos preços de exportação, afetando especialmente países que dependem fortemente de importações chinesas para montar sistemas de energia solar.
No caso brasileiro, o impacto tende a ser mais sensível, já que a maior parte dos equipamentos usados no setor solar vem da China. A mudança pode influenciar o preço final de kits fotovoltaicos, inversores e sistemas de armazenamento, pressionando projetos residenciais, comerciais e de maior porte.
Especialistas do setor avaliam que o mercado já se preparava para essa virada, mas o novo cenário pode reduzir a margem de fabricantes e elevar o custo de implantação de novos sistemas no curto prazo.
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